Zênite - relatos de [in]sanidade

Em meio aos relatos insanos próprios do trabalho, eu me perdi em meus próprios pensamentos. Parava só para ouvir uma frase de efeito ou outra.

- Eu não tenho medo da morte. Ela que parece ter medo de mim. - disse por fim.

Quando a ouvi, questionei-me se os escritores [nós?] não seriam todos uns loucos, uns transviados que se recusavam ao preto e branco da vida e faziam da realidade o seu caleidoscópio.



2 comentários:

AquilesMarchel disse...

temo a morte nporque tenho uma vontade louca da vida

os escritores parecem tao poderosos dentro de seus textos

eu nao

Nerito disse...

Bonito.