nada sei.

até quando a nossa idade nos absolve?
quanta idade é pouca para justificar os meus equívocos, meus pretensos ideais, meus tortos sonhos e meus infantis desejos?

a sabedoria vem de quem cede ou de quem é firme?
reafirmar ou submeter?

eu sigo ou inverto a lógica, faço tudo ao contrário do que faria, corro quando deveria andar, grito quando me pedem silêncio, avanço quando deveria esperar?

não há garantia de nada e aquela 1 vez em 1 milhão desautoriza todas as estatísticas.

estou à procura da exceção...

4 comentários:

Lia disse...

A gente só sabe das coisas, fazendo...não temos alternativa! É assim que funciona! Q seja...

Fefa Rodrigues disse...

Oi Dora... "Travessuras de uma Menina Má" eu só conheço de ouvir falar, mas me diverti demais com "Pantaleón e as Visitadoras"... conhece? Muito engraçado!

Ah, e a propósito... esse seu texto, mais uma vez, fala muito do que eu sinto e que não consigo expressar!!

Nerito disse...

Acho que as excessões acabam nos permitindo uma esperança diante dos fatalismos da vida... Acho que sempre é tempo de se reinventar.

Suzi disse...

Ninguém na verdade sabe muita coisa.

Sabemos que amadurecemos com o tempo, porém junto com ele, vem mais dúvidas do que ainda nem saibamos o que está por vir...

Mero engano....

Sábias palavras da minha mãe: "Você ainda não sabe de nada, menina"...

Eu já tenho 30 anos... kkkkk..

Beijos