Bem que se quis...

Esse mundo curioso e simbólico dos relacionamentos sempre me intriga. E como estou no limbo entre um término e um possível [ainda que remoto] começo, ando mais sensível para essas manifestações.

Quando se termina um relacionamento, a primeira coisa que tende a cessar é o contato. [salvo em casos extremos, dignos de acredite se quiser, né, Lia?]. A não ser que você trabalhe ou estude com a pessoa, é bem provável que você não o veja. Seja porque, de agora em diante, você irá naturalmente evitar os locais que ele frequenta, seja porque o destino se encarregou do ponto final.

Mas tem outras coisas que você só se desfaz com o tempo. As fotos, o número dele, as cartas, os presentes, as mensagens no celular... isso são coisas das quais você se livra aos poucos e cada uma delas representa o inevitável fim. Você termina com ele de novo cada vez que guarda na caixa mais funda do armário aquela foto de vocês dois.

E você reafirma para si mesma o fatídico "foi melhor assim". Esse processo tem um quê de triste, mas também tem muito de libertário, de renovador. E quanto mais fundo você empurra as lembranças, menos peso você carrega contigo. Menos dor...

E é espaço vazio que se preenche...Que venha o próximo...

2 comentários:

Anônimo disse...

Tudo eu, tudo eu! hahauhauhauahha
Que venham os próximos né Dora?!...Latino américa q o diga...aliás, q diga nada, porque "o que se passa em latino américa, muerre em latino américa"

Lia Nandhe

donluidi disse...

Nada melhor do que a liberdade, este mundão está repleto de experiências, encontros inesquecíveis, basta a gente querer. O passado nos deixa apenas lembranças, o hoje nos proporciona coisas reais, e o amanhã é incerto. Aproveite a viagem, tome um bom Concha y Toro Amelia por mim, eu vou no Do Avô mesmo (rs)